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O benchmark de remunerações constitui uma ferramenta essencial para a gestão da componente humana das organizações. Os custos diretos e indiretos de novos recrutamentos, a escassez de pessoas qualificadas e a guerra pelo talento, imposta pela concorrência nacional e pelo “drain brain” do mercado de emprego internacional, tornam indispensável que as políticas de remuneração sejam definidas com caráter preventivo, de modo a salvaguardar os elevados investimentos que as organizações fazem nos colaboradores chave.

 
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Uma grande companhia multinacional a operar em Portugal solicitou, recentemente, a uma empresa de consultoria uma solução para o problema de rotação excessiva dos colaboradores mais jovens. Com uma prática anual de admissão de dezenas de jovens universitários, os especialistas da gestão de talentos constataram, com apreensão, que apesar das excelentes condições oferecidas e perspetivas de carreira aliciantes, um alarmante número de “ high flyers” pedia a demissão nos primeiros anos de trabalho.

 
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A APCER confirmou a certificação da EGOR, nas áreas de Aconselhamento de Carreira/orientação Vocacional; Mudança de Carreira ou Reintegração no Mercado de Trabalho; Desenvolvimento Pessoal e Coaching; Planeamento da Promoção e de Sucessão; Outplacement e Planeamento da Reforma e Diagnóstico Organizacional, de acordo com a norma internacional ISO 10667.

Importa recordar que a Egor dá, desta forma, continuidade às políticas da Qualidade, prosseguindo o investimento iniciado em 1996, quando se tornou a primeira empresa portuguesa do setor dos Recursos Humanos a obter a certificação do Recrutamento e Seleção e Avaliação Psicológica, segundo as Normas ISO 9001.

 

O benchmark de remunerações constitui uma ferramenta essencial para a gestão da componente humana das organizações. Os custos diretos e indiretos de novos recrutamentos, a escassez de pessoas qualificadas e a guerra pelo talento, imposta pela concorrência nacional e pelo “drain brain” do mercado de emprego internacional, tornam indispensável que as políticas de remuneração sejam definidas com caráter preventivo, de modo a salvaguardar os elevados investimentos que as organizações fazem nos colaboradores chave.

Na 6ª edição do Survey Salarial EGOR encontra dados de referência, indispensáveis no momento da revisão salarial, para a tomada de decisões de âmbito remuneratório como para a prática de remunerações competitivas no mercado em que as empresas operam. A mais valia pode traduzir-se tanto na retenção de colaboradores talentosos como para evitar remunerações que ponham em causa equilíbrios internos.

A fiabilidade da metodologia utilizada na recolha de dados do Survey de Remunerações da EGOR, como espelho do mercado de trabalho, explica a grande aceitação que o Barómetro tem vindo a recolher nos últimos anos junto dos profissionais e responsáveis pelos ativos humanos dos nossos Clientes.

O Survey EGOR reúne registos de mais de 2.000 profissionais que, de modo anónimo, procuraram conhecer a competitividade das remunerações que auferem. A comparação das remunerações é efetuada através da nossa metodologia Sistemas de Recursos Humanos (SRH) que pontua as funções tendo por base os conteúdos funcionais e não a designação das funções.

A análise dos valores remuneratórios praticados em 2016, face a 2015, evidencia uma subida dos mesmos, ainda que muito ligeira. Esta subida ocorre fundamentalmente nas funções Técnicas, de Direção e Gestão Intermédia e confirma uma tendência de crescimento que já era visível em 2015.

 

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