Notícias

Junho, 2018

Apesar das inovações tecnológicas, que permitem aos recrutadores ter um desempenho superior, a intervenção humana continuará fundamental.
As alterações nos processos de Recrutamento e Selecção têm tido maior impacto na forma do que no conteúdo.

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Junho, 2018

Nas sociedades democráticas a confiança dos cidadãos assenta, essencialmente, numa crença apoiada em quatro grandes pilares: organizações empresariais, meios de comunicação, políticos e governantes e as organizações sociais.

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Maio, 2018

À descoberta dos "futuros Horta Osório"

Vencedor do prémio de gestão Primus Inter Pares, do Expresso e do Santander, será anunciado a 21 de junho.

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Abril, 2018

São raras as organizações que não reconhecem que o empenho e identificação dos trabalhadores com a cultura e os objetivos das empresas onde trabalham, é um fator determinante para o sucesso dos negócios.

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Março, 2018

Há cerca de cem anos o respeitado pai das teorias keynesianas previa que, em 2030, o salário básico universal e a semana de 15 horas semanais seriam uma realidade nas sociedades modernas, como consequência da inevitável prosperidade das nações.

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Fevereiro, 2018

No mundo em que o ambiente dos negócios muda rapidamente e as abordagens tradicionais deixaram de funcionar, é necessário que o discurso disruptivo brote do topo da empresa. A preocupação com os resultados tem, cada vez mais, de coexistir com uma interpretação atenta do que acontece dentro e fora da organização para prever problemas, inovar e testar novos produtos e serviços, tendo em vista a antecipação do futuro e o posicionamento na linha da frente.

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Janeiro, 2018

Apesar das sucessivas e recentes descidas do desemprego, todos temos a noção de que a melhoria dos indicadores oficiais resultou mais da criação de postos de trabalho nos setores do turismo e da construção civil, do que um “aggiornamento” do mercado de trabalho à boleia de uma cultura “web summit”.

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Dezembro, 2017

A supremacia humana e a capacidade de criar máquinas para alavancar o desenvolvimento das sociedades, pode vir a revelar-se um presente envenenado, num futuro no qual as “learning machines” serão capazes de programar-se a si mesmas e demonstrar que podem ser, não apenas mais rápidas e abissalmente mais produtivas que os seus criadores, mas também, cognitivamente mais rápidas e eficientes.

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